domingo, 30 de outubro de 2011

RLC Toshie Aoki 'Robin'






Gênero: Rhyncholaeliocattleya (RHS)
Gênero sinônimo: Brassolaeliocattleya
var: Robin

Cruzamento entre Rhyncholaeliocattleya Faye Miyamoto e Rhyncholaeliocattleya Waianae Flare, este cruzamento foi feito por Masatoshi Miyamoto (Miyamoto Orchids – Hawaii, USA) e registrado pelo Dr. A. G. Tharp ( Califórnia, USA)em janeiro de 1980.

Planta epífita, unifoliada, de porte médio (40 cm) com pseudobulbos e folhas firmes e fortes. A Toshie Aoki não é uma planta de cultivo difícil, e como a maioria dos híbridos de Cattleya pode ser considerada na coleção de orquidófilos iniciantes.
As flores têm um perfume muito discreto, estas medem em torno de 12 cm, o colorido das pétalas e sépalas é amarelo com pequeno flameado vermelho, o labelo é grande com colorido vermelho-vinho, podendo variar um pouco devido a vários clones existentes. A duração da flor é em média 20 dias.




Este híbrido é composto por espécies de temperatura média a alta, sendo assim podemos cultivá-lo em temperaturas tropicais sem problema algum, com descendência de plantas de média/alta luminosidade esta também deve manter o mesmo padrão, sendo cultivada em local bem iluminado porém abrigado do Sol direto, um sombrite de 50 a 70% será suficiente.


Genealogia:



Os híbridos de Cattleya não são muito exigentes com substrato, que podem ser: xaxim desfibrado, chips de côco, fibra de côco, esfagno, casca de pinus ou um mix composto por várias misturas dos anteriores. Somente não pode ser um único substrato que retenha água por muito tempo como o esfagno, faça um mix de acordo com o clima de sua região.
O vaso deve ser escolhido de acordo com o clima: barro para local mais úmido e plástico para o local mais seco. Não plante em cachepot, pois estes híbridos não se dão muito bem com eles.

A adubação deve seguir os mesmos padrões que são adotados para a maioria das Cattleyas.

Cattleya Aqui-finn 'nature's best'





Gênero: Cattleya (RHS)
Gênero sinônimo: Laeliocattleya

Hibrido resultante do cruzamento entre a Cattleya Suavior e a Cattleya Irene Finney(1964), realizado e registrado por Hausermann’s Orchids Inc. (Illinois, USA)em jan/1974.
A variação nature’s Best recebeu o prêmio ACC/AOC em 1978, com uma planta que possuía 5 inflorescências e 24 flores, cada flor medindo em média de 14cm.
Planta epífita de pseudobulbos fortes, ovais e levemente sulcados, que medem em torno de 15cm, folhas de aproximadamente 25cm de comprimento.
As flores com colorido branco e violeta-purpura são um atrativo para os olhos, possuindo um perfume suave e agradável.




Utilizar substratos porosos como para a maioria das Cattleyas, como: mix (fibra de côco, carvão, casca de pinus, esfagno), fibra de xaxim, fibra de côco, chips de côco.
Utilize no fundo do vaso brita, argila expandida, isopor, etc..., para a drenagem funcionar melhor.
 A Cattleya Aqui-finn é descendente de espécies de alta luminosidade, sendo assim, prefere ser cultivada em ambiente com boa iluminação, mas não no Sol direto.
 Quanto à temperatura ideal, levando-se em conta o mesmo critério anterior de antecedentes, ela prefere um clima mais ameno, com temperaturas entre 18 e 25ºC.
A umidade relativa do ar ideal para cultivo está entre 50 e 60%, aguardar o substrato secar entre as regas.
Fazer adubação de manutenção a cada 15 dias com adubos de formulação equilibrada. Lembre-se que o que faz a diferença não é a quantidade de adubo aplicado, e sim a regularidade na aplicação. Doses homeopáticas trazem mais benefícios do que doses maciças (que podem até matar sua plantinha).

Genealogia:

Oncidium sphacelatum





Gênero: Oncidium
Espécie: sphacelatum

Região de origem: México, Belize, Guatemala, El Salvador e Honduras. No México, esta orquídea é encontrada em baixas altitudes, geralmente abaixo de 1.000 m, na fronteira com o Golfo do México a partir de San Luis Potosí e Veracruz sul, normalmente crescendo em árvores. As plantas são comuns em toda Belize, onde elas crescem em árvores e rochas, em matagais ou florestas até 800 m. Na Guatemala, estas crescem tanto no Golfo quanto nas encostas do Pacífico.

Aspecto vegetativo: Epífita e as vezes litófita, Planta grande e robusta, suas hastes normalmente chegam a 1 MT, seus pseudobulbos de 10 a 18 cm de comprimento por 2,5 a 3,5 cm de largura são ligeiramente achatados, sulcados e com bordas “afiadas”. A base é coberta por bainhas que podem ou não ser folhas. O crescimento é bem agrupado e com uma ramificação forte do rizoma.
As folhas rígidas, eretas e pontiagudas em forma de cinta medem em torno de 35 a 60 cm de comprimento por 2,0 a 3,5 cm de largura.




Floração: Flores com perfume muito leve, são de cor amarela brilhante com manchas marrom-escuro a vermelho-marrom na metade basal das sépalas e pétalas, e uma faixa marrom-avermelhada no istmo do lábio; As sépalas e pétalas são um pouco reflexionadas nas pontas, os segmentos têm margens ligeiramente onduladas. O lábio amplo em forma de violino é raso e trilobado. No local de origem costuma florescer no início do ano (jan/fev), aqui em MG o meu floresceu em outubro.




Substrato: As plantas podem ser cultivadas em vasos, cachepot , montado em cortiça ou palito de xaxim. A maioria das espécies de oncidiuns tem melhor cultivo quando montados em tocos de árvore ou de xaxim, sendo assim, precisam de maior umidade e regas diárias para não ressecarem, no verão com tempo seco podem necessitar de até duas vezes ao dia.
Quando plantado em vaso o substrato pode ser de muitos tipos diferentes, desde que tenha uma secagem rápida e não acumule água por muito tempo.
No cultivo dê preferência a local úmido e sombreado, porém com muita luminosidade.